top of page

Minha trilha na descoberta dos encantos do Fancy rat

  • Foto do escritor: Jéssica Souza
    Jéssica Souza
  • 20 de out. de 2020
  • 2 min de leitura

Nasci e fui criada em Juiz de Fora, um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais. Localizada na Zona da Mata Mineira, sudeste da capital do estado. Se você tinha um quintal, provavelmente recebia visita de um rato pela casa – e eles nunca tiveram a fama boa, cá entre nós – especialmente porque os ratos foram culpados por serem portadores da terrível praga bubônica que varreu um terço de toda a população da Europa medieval, entre outras doenças terríveis. Por isso, sempre fomos cautelosos com os ratos. Os anos se passaram e meu principal interesse pela vida começou a se desenvolver ainda mais: O amor pelos animais. Tive muitos cachorros, codornas, galinhas, galos, pato… até que adquiri alguns porquinhos da índia, coelhos e hamsters. Mudei para São Paulo Capital aos 17 anos, continuei com cães e gatos, tive interesses passageiros por ratos de estimação, mas ainda se foi muito tempo para que eu pudesse realmente concretizar a ideia. Eu sabia que ratos eram (e são) usados em laboratórios para todos os tipos de experimentos, mas porque não como animais de estimação? Até que descobri há algum tempo – há alguns anos, que os ratos eram populares há tempos (principalmente nos EUA). Aos quase 30 anos, adotei meus primeiros ratos – 2 fêmeas, mas eu não fazia ideia da variedade desses animais e muito menos tinha ouvido falar sobre Fancy rat.

O que achei mais incrível foi quando descobri que eles realizam shows exibindo ratos extravagantes (Fancy rat) em USA e UK. Eu rapidamente descobri que, por mais legais que minhas ratas fossem, elas não estavam nem perto desses ratos exibidos nesses shows (Não que elas eram animais ruins, eu as amava). Apenas pensei: Tenho muito o que aprender.

Certa vez fui em um encontro de roedores, em um parque aqui de São Paulo. Vários ratos de cores laranja impressionantemente atraentes, alguns pretos, alguns marrons (que eram quase como ratos selvagens, pensei, mas obviamente muito mais amigáveis) e alguns curiosos espécimes bicolores, com pelo branco no corpo e listras coloridas estendendo-se pelo corpo. Com o tempo descobri os nomes de cada variação que vi (Silver Fawn, Black Berkshire, Agouti e Hooded), mas naquele dia eu só pude me maravilhar com esses adoráveis animais. Saí de lá com uma ratinha Dumbo que eu comprei de uma criadora na época que se tornou uma amiga assim como minha mentora e confidente sobre o mundo dos ratos (Denise – do Baú do Rato). Foi um dia verdadeiramente notável e, depois, adquiri mais alguns ratos de estimação dela.

Então comecei a pesquisar a longa e variada história dos Fancy rats e isso começou a fazer todo sentido para mim. Por essa razão comecei a criar alguns ratos, a focar mais nesse mundo. E fico feliz em ter uma mente aberta que me permitiu olhar além do mito para a realidade… que é simplesmente, Fancy rat!

E espero aprender mais e mais e compartilhar aqui com vocês!





J.S

1 comentário


Amy
Amy
03 de out. de 2021

Thanks for this blogg post

Curtir
bottom of page